Terça-feira, 18.08.09

O Jornal Público lançou esta notícia na sua edição de hoje:

 
Presidência da República teme estar a ser vigiada.
 
A parvoíce da noticia, que se vê que apenas tem fundamento no que dizem assessores do Sr. Presidente sem nenhuma prova e apenas baseada nas especulações destes é o ultimo exemplo da política de pasquim que este jornal e o semanário Sol entraram de forma constante, seguindo os exemplos conhecidos do Correio da Manhã, Diabo e Primeiro de Janeiro e dos já felizmente extintos como o 24 Horas, Só Visto ou Independente e que outros órgãos de comunicação social acompanham mas mais de forma mais intermitente.
 
A política de pasquim que se instalou visa lançar areia para a falta de ideias que um programa do PPD/PSD tem, aliás a esmagadora da Comunicação Social deu mais publicidade a 40 miseráveis linhas escritas à pressa e sem nenhuma sustentação ideológica do que a um programa de 200 e tal páginas efectuadas com largo debate e quando falam deste ultimo é para criticarem e quando falam do primeiro é para suporem e dar loas às benesses de uma virgula nessas 40 e tal miseráveis linhas.
 
A política do pasquim chegou ao ponto de agora lançar este caso, a filosofia é só uma e já tem escola em casos como o da  Universidade Independente, Freeport, Mota-Engil e mais recentemente o da Joana Amaral Dias e do Concelho de Ética é atirar lama sem fundamento e tentar colar algo absurdo por supostas afirmações de assessores "muito independentes" ligados a uma figura sinistra que diz que é Presidente da República, mas que sinceramente nunca me habituei a considerar como tal, está lá pronto, desde que não me afecte na minha vida diaria ignorá-lo-ei, como ignoro outros, mas retomando essa lama serve para retirar o debate dos pontos onde afinal este se deve situar que são as opções de programa de governo.
 

As opções que uns têm e que outros escondem e se preparam para anunciar,  mas tomando como exemplo as miseráveis 40 linhas que até agora publicaram, será uma programa despido de qualquer política concreta e com algumas propostas demagógicas e dificilmente implementáveis no cenário económico em que vivemos.

 

E assim impera a política do pasquim...em todo o seu esplendor...e para infelicidade do nosso país.

 

 

publicado por Sandro Pires às 10:43 | link do post | comentar | favorito
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